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Copiar e colar, fenómeno na blogosfera

Agosto 6, 2006

Recentemente tenho percepcionado um evento recorrente na blogosfera , este prende-se com o facto de as pessoas já não terem ideias originais no seu frasquinho de maionese por cima dos ombros.

Quer dizer… todos sabemos que já não há ideias originais, já foi tudo feito antes… Ou será?

Será que assim é? Será que assim foi? Será que assim será?

Deixemos de fazer este exercício de pronunciação verbal e pensemos nos nossos tempos de primária. Lembram-se quando vocês respondiam à pergunta que a senhora doutora excelentíssima professora entre dentes, e estava completamente certa a vossa resposta mas a professora não ouvia e o marmanjo ao vosso lado respondia por vocês e recebia crédito indevido.

Na internet, mais precisamente na fauna não intestinal, mas bloguística (é parecido o suficiente admitamos) isto ainda ocorre, milhares de jovens sem ideias e necessitados de atenção continuam a roubar textos que não são seus e a fazer dessas palavras suas (isto lembra-me o caso do triste que me andava a copiar os posts todos).

Existe uma forma de plágio bastante irritante, que consiste não em plagiar o original e retirar todas as referências ao original, mas plagiar o original e deixar todas as marcas identificativas. Cria-se assim um meio plagiar, quase um tributo (porque o plágio é a forma mais sincera de elogiar algo, já dizia a minha avózinha antes de ser comida pelo lobo), mas um PLÁGIO!

Existe ainda o plágio tímido, muito apreciado pelos bloggers do wordpress com o seu trackback (ou sistema identificativo de plagiadores como eu gosto de lhe chamar).

É assim malta, se não têm ideias para escrever, não se sirvam dos outros para como inspiração, as vossas palavras ganham um maior significado e não ficam com a fama de cópias menores de gente talentosa.

Parvo Na Cadeira
porque até um parvo vê o óbvio

P.S.: Este post não é de nenhuma maneira patrocinado ou apoiado pela menina do Psicologicamente… , mas também não é um plágio. Considerem isto um verdadeiro tributo talvez.

Parvalhaticamente vexado. (Pronto, tinha de entrar no domínio do plágio, desgracei-me a mim e à minha família, terei de incorrer num seppukku)

Termino talvez então com: “A netiqueta foi pela sarjeta, por uma pequena greta e agora só lemos treta”

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